COBRAC - Congresso de Cadastro Multifinalitário e Gestão Territorial, COBRAC 2018

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COMPARAÇÃO ENTRE ÁREAS NOS SISTEMAS DE PROJEÇÃO UTM, TM-POA, PTL E SISTEMA GEODÉSICO ELIPSOIDAL PARA FINS DE GESTÃO TERRITORIAL URBANA NO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE - RS
Mariana da Silva Segabinazzi, Andressa Carvalho Sókora, Gabrielle Lane da Silva, Leonard Niero da Silveira

Última alteração: 2018-09-22

Resumo


Qualquer mapeamento objetivando a gestão territorial urbana deve estar diretamente referenciada a sistemas geodésicos e cartográficos oficiais para que tenham a integração de mapas, cartas e plantas de todo um território. Para a confecção de bases cartográficas, geralmente utiliza-se o sistema de projeção Universal Transverso de Mercator, porém, para o georreferenciamento de áreas urbanas, o sistema UTM pode não ser o mais adequado, pois possui distorções lineares inerentes a própria projeção. No caso do município de Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul, o perímetro urbano situa-se sobre o meridiano central do fuso UTM de número 22, o que faz com que os valores das áreas nesta região não traduzam fielmente a realidade. Portanto, este artigo tem por finalidade aferir qual é a área máxima em que cada um dos sistemas de projeção cartográfica mais utilizados na região se aproxima do sistema geodésico elipsoidal. Foram feitas comparações de áreas de várias dimensões, desde 10.000.000.000 m2 até o valor mínimo de 1 m2. As comparações foram feitas entre os sistemas de projeção cartográfica UTM, TM-POA (projeção para a região de Porto Alegre) e PTL, com o sistema geodésico elipsoidal. Nos cálculos das áreas efetuados foi confirmado que o TM-POA é a melhor alternativa desde 10.000.000.000 m² até 2.500.000.000 m², a partir deste valor o PTL passa a se aproximar mais das áreas sobre a superfície elipsoidal. A partir de 1.192,086 m² a TM-POA passa a ser a melhor opção novamente para a cidade de Porto Alegre.


Palavras-chave


Área; Cartografia; Deformação; Projeção; Geodésia.

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