COBRAC - Congresso de Cadastro Multifinalitário e Gestão Territorial, COBRAC 2018

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SENSORIAMENTO REMOTO COMO MÉTODO ALTERNATIVO PARA O PLANEJAMENTO DA GESTÃO TERRITORIAL URBANA E AMBIENTAL
Raíssa Xavaré Kulman

Última alteração: 2018-09-24

Resumo


A iniciativa de avançar nos estudos envolvendo a gestão territorial e desvendar seus processos de formação e configuração é de extrema importância para que ocorra um acompanhamento de toda a dinâmica que se encontra envolvida e além de tudo, identificar as ações sociais, detectando qual a participação da sociedade ao longo de todo histórico de implicação científica na abordagem das ciências que subsidiam a análise do território. O uso de geotecnologias vem sendo discutido de forma crescente em pesquisas devido a necessidade de sistemas que colaborem com a gestão territorial e ambiental, pois, tal uso proporciona ao seu usuário rapidez na obtenção de resultados e redução de custos, se comparados aos métodos tradicionais (topográficos e geodésicos). Como ferramenta das geotecnologias tem-se o sensoriamento remoto e os Sistemas de Informações Geográficas, os quais diversos estudos indicam seu elevado potencial quando aliados e aplicados em diversos tipos de gestão. O sensoriamento remoto consiste na obtenção de informações através de sensores ou radares e os Sistemas de Informações Geográficas compreendem a elaboração de um Banco de Dados onde pode ser feita a manipulação das informações. Nesse estudo, faz-se uso de ferramentas de geotecnologias e da grande variedade de imagens de satélite disponíveis de forma gratuita para a análise territorial e ambiental dos municípios de Uruguaiana e São Borja, situados no estado do Rio Grande do Sul. Através da análise de imagens de satélite, se torna possível inferir a variação dos níveis do Rio Uruguai e as parcelas territoriais que são atingidas pela inundação, evento critico que tem ocorrido com maior frequência nos últimos anos, quando analisado suas séries históricas em tais municípios. As inundações atingem muitos setores censitários gerando transtornos para a população ribeirinha, perdas econômicas e danos ambientais.

Palavras-chave


Sensoriamento Remoto; Sistemas de Informações Geográficas; Gestão Territorial e Ambiental

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